“A música é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré organização ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias.” Wikipédia.

É, sem dúvida música é uma divindade que envolve os mais diversos sentimentos, as mais profundas emoções. A nossa coluna vai abranger essas diversas expressões e eleger, sem votos, ou fama, ou predileções, alguns nomes que podemos indicar para sua playlist ou simplesmente comentar algo sobre o tal artista ou banda, que entendemos como bem legal.

Hoje vou falar um pouco sobre os públicos, isso sem a menor pretensão de definir classes sociais, se trata apenas dos vários guetos musicais e até modismos, alguns de longa duração e outros “da melhor banda dos últimos tempos, da última semana”, que só duram isso mesmo.

A música fala de maneira muito individual, mesmo que saibamos que a individualidade no caso da música pode ser medida numa multidão seguindo o trio no pelourinho ou uns acordes de guitarra em algum pub bem descolado que podemos encontrar na noite com meia dúzia de “três ou quatro” pessoas escutando. Temos também aqueles que cantam “não se importando se quem pagou quis ouvir”.

Música é uma maravilha, ela está na vida de todos, desde os que cantam e dançam até os que nem batem o pé. E hoje então, com o acesso ilimitado das plataformas é que ficou ainda mais democrático. A música sai do nada para o estrelato, as vezes sem tons exatos ou afinados, mas com uma verdadeira arma secreta que só o som da música tem. Ela é a própria expressão da empatia, do carisma e sem necessariamente contar com talentos de berço. A bem da verdade a música foi capaz de apresentar ao mundo, até os que não tiveram berço literalmente. Não ache que isso é um detalhe heroico local, existe “o som da oportunidade” em todos os mundos, do primeiro ao quinto.

Vai ser emocionante viajar em vários espaços, histórias, ritmos e indicações que vão desde os mais ouvidos do mundo aos sequer comentados. Não existe nenhuma ideia loucamente inovadora no espaço da música. Trata-se de conversar sobre o assunto mais inusitado de todos, até porque é muito louco ouvir a conversa entre o jazz e o batidão, ou sabe-se lá aonde podemos chegar. Temos tanto para questionar, e tanta música para adorar e outras para odiar, mas o legal é justamente isso. O nosso tratamento com a música vai ser assim, como nos mais modernos formatos científicos, onde cada “paciente” é só ele. É um imenso e sonoro prazer apresentar e escrever neste espaço só nosso. Eu lhes apresento a nossa coluna: Música na Bula – sem contraindicações.